quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Volta da Penha e Corrida de Guarulhos

Sei a importancia dos eventos esportivos, mas o contato com os bastidores se assim posso dizer, e mesmo que ainda tenha sido um contato superficial, é notável o numeros de detalhes os quais se tem que tomar cuidado para que nao aja acidentes, detalhes que fazem a diferença antes que o "espetáculo" aconteça.
A Volta de Penha, sendo o evento que fica em segundo lugar perdendo apenas para Maratona de São Paulo no Brasil, tem sua história e sua tradição, mas na Corrida de Guarulhos, notei algo a mais, que chamou minha atenção, nao reparei em tantos atletas profissionais se assim posso me expressar, o contato com os atletas foi maior, percebi mais lazer, pessoas que queriam apenas se divertir, pessoas mais descontraídas, o incentivo do vencedor da prova estimulando os demais a não desistir, foi algo impar, uma situação de verdadeiro caráter de alguém que leva o esporte a sério, mas que nota também o quanto é importante a participação de todos os envolvidos.
Em meio a tantos participantes, surgiu um cujo exemplo em minha opinião foi de grande importância. Não vi ou não reparei tantos adolescentes e/ou jovens, mas vi a vontade de superar os próprios limites daqueles que não levam digamos assim uma vida esportiva. Jaci foi uma personagem marcante nessa maratona, alguém que me fez pensar em como inventamos desculpas para fugir de uma vida ativa, não de modo geral, mas boa parte da população.
Tê-la incentivado até o final da prova me fez ver o quanto a solidariedade nos faz bem, palavras nos incentivam, então porque em nosso egoísmo nao alimentamos a mudança de sermos melhores como pessoas? Quantas vezes surge em nossas vidas milhares de "Jacis", que as vezes querem desistir mas devido a um incentivo natural nao se deixam abater?
Não descarto a importância que a Volta da Penha representa para todos que dela participam ou fazem parte, pois de certa forma também fiz parte, mas a experiência na Corrida de Guarulhos foi de aprendizado ímpar, muito além de um vencedor, muito mais de desistir é perceber que aqueles que tem sua lutas em seu cotidiano encontram suas vitórias em simplesmente vencer seus limites...





NAO PARA, NAO PARA, NAO PARA, VAI PRA CIMA JACI!!!!!!


Video dos jogos explícitos e implícitos

Esta filmagem foi feita no centro da cidade de São Paulo, um lugar por muitos visto apenas como um lugar movimentado, marginalizado, mas ao analisar, ao observarmos o mundo de arte e criatividade que nela existe, basta abrirmos nossos olhos e enxergar além da nossa ignorância.

Explícito

O que é jogo explícito?

Jogo é uma atividade onde se nota a prazer em exercer, em brincar sem preocupar, onde as regras variam, ou seja, são mutáveis, mas o foco principal é o divertimento.
Mas o que torna um jogo explícito? Apenas o simples fato de se notar a ludicidade?
Percebemos esta ludicidade nos repentistas, há regras, espaço, é sério, mas diverte, descontrai os que nele estão participando.
“... Elementos como a rima e o dístico (estrofes de dois versos) só adquirem sentido dentro das estruturas lúdicas intemporais e onipresentes de que derivam: golpe e contragolpe, ascensão e queda, pergunta e resposta, numa palavra ritmo...” (Huizinga).
Dentre as formas lúdicas apresentadas pelos repentistas, onde eles envolvem as pessoas, as divertem, as envolvem num ambiente onde o lazer é o principal objetivo.


Implicito

O que é jogo implícito?

O jogo implícito meche com a imaginação, Callois aponta como característica de jogo o caráter improdutivo de não criar nem bens, nem riquezas em suas regras. No jogo nunca se tem o conhecimento prévio do rumo das ações dos jogadores (reação).
Vygotsk e Elkomin entendem a brincadeira como uma situação imaginaria criada pelo contato da criança com a realidade social.
Kishimoto nos diz que regras implícitas se encontram num “faz de conta” e que neste caso (o vídeo da estatua) ao se movimentar meche com a imaginação da criança, Callois ainda ressalta que não se podem prever as reações dos envolvidos, ou seja, neste caso não se sabe como vai se comporta o individuo no momento em que a estatua se movimentar, a princípio pode ser susto seguido de diversão, alegria, choro, medo, etc.
Pode-se denominar também como um jogo simbólico, que pode ser um recurso que a criança pode obter prazer.
(Segundo Piaget) para Anália Rodrigues de Faria que segue esta linha, os jogos ou brincadeiras simbólicas surgem como uma construção de imagem ou do espaço real, ou seja, a representação.

Esporte adaptado

ESPORTE ADAPTADO

É a prática dos esportes tradicionais de forma adaptada, modificado ou criado para suprir necessidades especiais, visando também interatividade entre portadores e não-portadores, visto que, pessoas portadoras de necessidades especiais têm e podem desenvolver suas capacidades e aptidões para atividades físicas.
Visto que não há exclusão nessas modalidades e há participação de não-portadores, os esportes adaptados visam que mesmo que haja uma limitação o esporte estimula a superação, sendo que, implantando um método adequado de aprendizado (ensino-aprendizado) e desenvolvimento podem-se obter resultados satisfatórios onde se prova que o esporte atinge a todos portadores ou não de necessidades especiais.
O Programa Esporte Unificados das Olimpíadas, é um exemplo em que portadores e/ou não portadores participam juntos.
Isso beneficia os atletas com desafios físicos e mentais, e atualmente isso proporciona sua participação tanto nos esportes de verão quanto de inverno. Este programa teve início em 1989 onde os atletas portadores de retardo e seus pares sem deficiência atuam no mesmo time.
Os atletas portadores de deficiência podem participar tanto de esportes regulares quanto de esportes adaptados, desde que se aja igualdade. Temos organizações para determinados tipos de deficiência, são elas:

*Organizações Poliesportivas: oferecem treinamento e competição para portadores de deficiência esportiva, a função desta organização é supervisionar o desenvolvimento e a condução desses esportes, além de promover a participação de membros. Organizações Poliesportivas:

- Comitê Olímpico dos E.U. A
- Associação Atlética dos Anões da América
- Esportes de Portadores de Deficiência dos E.U. A
- Olimpíadas Especiais
- Associação dos Portadores de Paralisia Cerebral dos E.U. A
- Associação dos E.U. A para Atletas Cegos
- Federação Esportiva dos Surdos dos E.U. A
- Esporte em Cadeiras de Rodas dos E.U. A

·       Organizações Mono esportivas: promove a participação em uma única modalidade, tanto para uma deficiência quanto para deficiência múltiplas. Organizações que promovem um único esportes, dirigidos a portadores de deficiência:

- Associação de Rúgbi em Cadeiras de Rodas, para portadores de lesão modelar;
- Associação de Futebol para amputados: para amputados;
- Associação de Nacional de Beisebol Bip: para cegos e portadores de comprometimento visual.





fonte: Esporte adaptado

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Tecnologia na infância


Tecnologia na infância

Tenta impedir o acesso das crianças à tecnologia torna-se cada vez mais impossível, o fazer então, proibir?
Acredito que não, pois também somos reféns da tecnologia, digamos que ela seja um “mal necessário” dependendo do ponto de vista.
O sedentarismo pode ser um dos pontos negativos, comparado ao comodismo que esta exerce tudo é prático, está ali fácil de ser encontrada, a mídia estimula seu consumo, a mídia pode até tentar mostrar alguns benefícios, mas a meu ver poderia ter mais eficácia se fosse mais objetiva.
Não culpo a mídia por manipular certos consumidores, mas sim por mostrar apenas o que lhe convém, a tecnologia está aí, o que se fará com ela cabe a cada um.
Mas se tratando da sua influência sobre os jovens, torna-se cada vez mais raro encontrar algum jovem que não saiba manusear e com facilidade um computador, vídeo game, entre outros produtos eletrônicos, isso é prejudicial?
Caso seja feita sem cuidados, a partir do momento em que o individuo se torna “refém”, digamos assim, não podemos privá-los do lazer, mas temos que separar o lazer do vício, aborda o fato de muitos casos de pedofilia se dar pelo mau uso das redes online de comunicação, podemos culpar a internet, não isentando o pedófilo, mas nós que temos consciência do que pode resultar um conversa com estranhos nesses meios de comunicação, nos cabe orientar melhor os jovens que as utilizam.
Não podemos esquecer que muitos desses casos também foram resolvidos através de aparelhos tecnológicos, e se tratando dos positivismos que a tecnologia nos oferece, cabe citar as muitas ferramentas que ela nos oferece, os jovens têm um acesso quase que ilimitado às culturas, países, idiomas sem saírem de casa, temos então que fazer com que a criança de hoje a utilize de maneira positiva, Marilene Munguba, constatou em sua pesquisa que pequenos gamers, desenvolvem aprendizado e habilidade, esta foi pesquisa realizada em 2000, ela presenciou que a vivencia com jogos eletrônicos trazem aprendizagem. Que ao invés manuais elas aprendem na pratica, desenvolve seus raciocínios, estimula o aprendizado de outros idiomas, aprendem regras de jogos, alem de desenvolver o nível de percepção, ela usa como exemplo que se uma criança perde no jogo ela avalia onde errou, e procura não errar mais.
Isso demonstra que não basta apenas fazer criticas a tecnologia, é preciso analisar sua finalidade, observar e dialogar como os jovens, uma maneira melhor de utilizá-la, vejo que não há uma má utilização da tecnologia, mas sim uma má orientação da mesma, possamos então separar o vício do lazer e o útil do fútil.

    

Jogos de rua

Jogos de rua


Jogos de rua fazem a criança interagir e desenvolver suas habilidades, capacidades de raciocínio e criatividade, brincar é um comportamento natural, quanto de nós não tivemos nossos momentos de lazer sem que nos déssemos conta de que era muito mais que mero lazer?Interagir é o principal intuito desses jogos, pois nos faz quebrar nossos receios, podemos perceber que os jogos de rua trazem para o imaginário a realidade dos adultos, uma realidade às vezes tão difícil, mas que a criança tem a capacidade de tornar aquilo divertido, no texto [] há um trecho que nos diz que por volta de 1600 crianças e adultos brincavam juntos nos dando a idéia de que não havia distinção entre jogos e/ou brincadeiras para adultos ou crianças, mas simplesmente diversão. Brincar, sendo um desenvolvimento natural da criança onde nota-se a cooperatividade, a interação de crianças e adultos é interessante isso, como cooperar entre si, João Batista Freire nos traz essa idéia em seu construtivismo, de que a criança aprende tendo uma ação sobre o mundo, que a meu ver inclui interagir tanto com criança quanto adultos. Brincar é prazeroso e sendo este ato tão importante para a infância, mostrar as formas de se brincar e jogar de maneira cooperativa é ensinar as crianças a juntar o aprender e o lazer.